O galope dos seus tanques por França
Patton realizou uma campanha relâmpago em França. Os seus carros de combate avançam cada vez mais no terreno que é possível conquistar, com o perigo evidente de ficarem isolados do resto do movimento aliado. Rapidamente faltou o combustível ? segundo ele, para favorecer Montgomery ? e Patton queixar-se-á com uma das suas habituais frases: Os meus homens podem comer cintos, mas os meus carros precisam de gasolina.
Com a ofensiva germânica das Ardenas, Patton realiza a sua maior proeza: quebrar o cerco de Bastogne. Este feito valeu-lhe uma imensa popularidade na sua pátria e alimentou enormemente a sua infinita vaidade.
Se bem que Patton nunca tenha sido um estratego, era um mestre colossal na arte da mobilidade. Durante o seu avanço pela Alemanha chegou a percorrer uma média de 50 quilómetros diários, até chegar à Checoslováquia. Depois de se juntar aos exércitos soviéticos do marechal Zhukov, protagonizou vários incidentes com altos chefes militares russos.
A sua cruzada antisoviética
A partir de então, as suas conferências de Imprensa concentrariam a atenção de todos os correspondentes de guerra aliados devido às suas duras críticas, especialmente contra os soviéticos, a quem passou a considerar o inimigo de amanhã.
Terminada a guerra manifestou tão pouco interesse pelo programa de desnazificação, que foi inclusivamente acusado de favorecer alguns antigos nazis.
No dia 9 de Dezembro de 1945 sofreu graves fracturas num acidente de carro, em ciscunstâncias nunca esclarecidas. Poucos dias depois falecia no hospital militar de Heidelberg.
Morria em tempos de paz um homem que confessou ter nascido apenas para fazer guerra.

