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Operação Hannibal

// Operação Hannibal, como foi chamada, foi um plano muito mais ambicioso do que a Operação Dynamo, a evacuação britânica de Dunquerque.

A Operação Hannibal foi uma operação naval alemã envolvendo a evacuação por mar de tropas alemãs e civis da Curlândia, Prússia Oriental, e do Corredor Polaco entre meados de Janeiro a Maio de 1945 à medida que o Exército Vermelho avançava durante as ofensivas na Prússia Oriental e Leste da Pomerânia e operações auxiliares.
 
A ofensiva na Prússia Oriental pela 3ª Frente Bielorussa do General de Exército Ivan Chernyakhovsky começou a 13 de Janeiro de 1945 e, com o marechal da União Soviética Rokossovsky da 2ª Frente da Bielorrússia, que posteriormente isolaram a Prússia Oriental entre 23 de Janeiro e 10 de Fevereiro de 1945.
 
O Wilhelm Gustloff foi parte do maior exercício de evacuação nos tempos modernos. Uma evacuação que superou o exercício Dunquerque, tanto no que diz respeito ao seu funcionamento táctico como no grande número de vidas salvas. Ainda assim, como o afundamento do Gustloff, é uma das principais operações bem sucedidas menos conhecidas da Segunda Guerra Mundial.
 
No início de Janeiro de 1945, o almirante Karl Dönitz Gross percebeu que a Alemanha estava prestes a ser derrotada e, querendo salvar os seus submarinistas, envia pelo rádio uma mensagem codificada a 23 de Janeiro de 1945 para Gydnia (Gotenhafen) para fugirem para o Ocidente! Nome de código: Hannibal. Submarinistas foram instruidos e alojados em grandes navios presentes nos portos do Báltico, com a maior parte deles em Gotenhafen. Eles foram o Deutschland, o Hamburgo, o Hansa e o Wilhelm Gustloff.
 

 
O palco estava montado!
De facto, não obstante as enormes perdas sofridas durante a operação, é que mais de dois milhões de pessoas foram salvas do ataque do avanço do exército russo no sector de Danzig.
 
Mesmo tão tarde quanto Abril de 1945, Hitler acreditava que a guerra tinha que continuar e que até mesmo os soldados feridos seriam chamados a lutar de novo, logo que fosse-lhes restaurada a condição para a luta. Este ponto de vista, tido por Hitler, explicaria por que, sempre que Doenitz relatava a perda de um grande navio de transporte, como o Gustloff e o Steuben sempre salientou o facto de que eles tinham levado a maioria soldados feridos uma vez que Hitler não teria ouvido falar em homens 'capazes' de lutar a fugirem da 'frente'.
 
Mas o tempo todo, o objectivo declarado do Almirante Doenitz tinha sido o de evacuar o máximo de pessoas capazes possível longe da garra dos russos.
 
No início de Março, uma 'task force' composta pelo couraçado Almirante Scheer acompanhado por três contratorpedeiro e do barco torpedeiro T-36 (o mesmo que tinha jogado um importante papel no resgate de sobreviventes do Gustloff) foram dando cobertura a uma 'Cabeça de Ponte' (posição militar em território inimigo) alemã perto Wollin. Durante essa operação, lanchas de desembarque da Marinha conseguiram evacuar mais de 75.000 refugiados que tinham sido isolados na área. Eles foram levados para os navios de guerra maiores e para outros transportes perto da costa. Enquanto um número de grandes transportes foram afundados, é preciso lembrar que os grandes transatlânticos como o Deutschland conseguiram romper e levar até 11.000 pessoas cada.
 
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