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Granada de mão alemã
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Portugal

// Informações sobre Portugal durante a segunda guerra mundial.

A Questão dos Açores

As ilhas atlânticas, são geograficamente vitais para o domínio do oceano Atlântico e uma base avançada (ou Outpost, como lhe chama José Freire Antunes) para os americanos.

Mas se Salazar tem sempre em mente a aliança Luso Britânica e os laços históricos que unem os povos Inglês e Português, nutre pelos Estados Unidos da America um verdadeiro desprezo e antipatia. Vistos como o estandarte do neo-liberalismo e da democracia de que Salazar tão exaustivamente teima em livrar Portugal. Os EUA não colhem no nosso país as mesma simpatias que os Ingleses.

Preocupados com a protecção do Atlântico após a queda de França e o enfraquecimento da marinha Inglesa, os EUA assumem como certa a tomada das ilhas atlânticas pelas forças do eixo assim que estas invadissem a Península Ibérica.

Assim, existe a necessidade de sensibilização da opinião pública americana para os perigos que advinham da captura de Cabo Verde e muito especialmente dos Açores pelos alemães: Seria uma ameaça maior para os EUA do que a conquista do Hawai pelos Japoneses (...) Deve por isso ser imediatamente tornado claro neste país que os Açores são de interesse tão vital para a América como a Martinica ou a Bermuda e a Terra Nova, e que nenhuma acção deve ser excluída para tornar a ocupação dos Açores pelos poderes do Eixo uma impossibilidade. [48].

Tomando como certa a invasão da Península pelas forças alemãs, a Inglaterra traça planos secretos para a defesa militar do nosso país, que passam até pela criação de uma agenda de envio de uma força britânica para Portugal. Estas orientações vão no sentido dos desejos de Armindo Monteiro, que quer estreitar os laços entre os dois países. Salazar abranda mais uma vez o processo, e acalma os ímpetos Anglófilos do embaixador Português.

Encontramo-nos então num período de extrema sensibilidade, em que a Alemanha e a América se acusam mutuamente de planos para a ocupação dos Açores. Ansioso por arrastar os EUA para a guerra, Churchill propõe a Roosevelt o envio de um esquadrão americano para patrulhar as ilhas, como forma de intimidação a Hiter para que este não aja em resposta a uma possível invasão inglesa aos Açores, e também sob forma de pressão sob Salazar. No entanto, receantes da reacção portuguesa a essa patrulha, os Americanos declinam o convite do chefe de estado Inglês, e defendem uma ocupação das ilhas apenas e só se os alemães as atacarem. Da mesma forma diplomática, pedem a Churchill que informe Lisboa e Madrid no caso da ocupação ser um objectivo claro, ao que Churchill responde que isso seria o mesmo que informar Berlim. O mesmo esforça-se por demonstrar a Roosevelt que a anexação dos Açores nada teria que ver com o aumento do território Inglês, mas tão somente com a defesa dos interesses e do território Britânicos na guerra, e que a soberania Portuguesa seria restaurada após o conflito.

No início de Maio de 1941, após as vitórias alemãs na Grécia e na Cirenaica, Roosevelt começa a defender uma posição de maior intervencionismo. A 7 de Maio, a ocupação dos Açores figura mesmo no segundo lugar prioridades do Estado Maior Americano, logo a seguir a Dakar. Uma semana depois, Roosevelt ordena que três navios de guerra e alguns aviões deixem Pearl Harbour e se juntem à esquadra americana no Atlântico. Na mesma altura, envolvem a África Ocidental a norte do equador, as ilhas espanholas e portuguesas na integração da doutrina Monroe (de protecção aos interesses americanos, como é sabido). A 22 de Maio, Roosevelt pede ao almirante Harold Stark a preparação de uma força de ocupação do arquipélago Português num prazo de 30 dias (2500 homens). No dia em que o presidente norte americano dá a ordem de preparação do ataque aos Açores, o Bismark e o Prinz Eugen, dois navios de guerra alemães, afundam o cruzeiro britânico Hood e danificam seriamente o Prince of Wales. Além de uma grave derrota moral para a marinha britânica, a ameaça marítima alemã faz-se sentir na área dos Açores. E esta permaneceria real até ao afundamento do Bismark junto à costa francesa pela força aérea Inglesa, a 27 de Maio.

Embora alguns generais alemães se esforcem por convencer Hitler a invadir os Açores, este prefere esperar pelo fim da operação Barbarossa antes de quebrar a neutralidade Americana, de forma a que o esforço de guerra da Alemanha e pudesse dirigir para uma só frente ocidental (Inglaterra e EUA). De qualquer forma são executados actos esporádicos de agressão, como o afundamento do navio mercante Robin Moor (21 de Maio), que são aproveitados por Churchill para empurrar os americanos para a guerra.

O anti-americanismo Salazarista continua a minar as relações entre Portugal e os Estado Unidos. Quando Roosevelt informa Churchill da sua intenção de enviar um emissário secreto a Lisboa para perguntar a Salazar da sua disponibilidade para pedir auxílio aos EUA e à Inglaterra na defesa dos Açores, caso os alemães invadissem a Península Ibérica e o governo português fosse obrigado a refugiar-se no arquipélago, recebe como resposta de Churchill a informação de que o mesmo tinha recebido de Salazar uma comunicação que abria as portas a um entendimento Luso-Britânico sobre as ilhas, e que, desta forma, seria benéfico manter os EUA e a sua influência fora do processo, pelo menos por enquanto.

Contudo, num discurso de 27 de Maio, Roosevelt deixa claro que os Estados Unidos consideram as ilhas Açoreanas um ponto estratégico essencial na defesa do território Americano.

Os interesses Ingleses e Americanos cruzam-se uma vez mais, enquanto que a agitação política em Portugal é crescente, como resposta ao discurso de Roosevelt e à forma como este se refere às ilhas Portuguesas. Salazar comunica a Churchill, a 30 de Maio, que qualquer atitude americana que ignorasse a soberania portuguesa nas ilhas seria entendida como um acto de agressão contra Portugal.

Em Agosto de 1941, Franco envia para a frente russa a famosa divisão azul, em nome da luta anticomunista. Churchill e Roosevelt assumem como lógica o abandono da neutralidade espanhola, e na célebre conferência do Atlântico aborda-se novamente a hipótese da ocupação dos Açores.

Desta conferência sai a ideia de que (...) os dois (EUA e Inglaterra) concordaram que a carta (que Salazar havia enviado a Churchill) era altamente satisfatória e que tornava possível, sem qualquer dificuldade, o planeamento da ocupação dos Açores, para assegurar que as ilhas não sejam ocupadas pela Alemanha. [49].

No entanto, Portugal continua a refugiar-se na Aliança com a Inglaterra para afastar os Estados Unidos das negociações.

Em 1943, os comboios de barcos aliados que navegam no Atlântico são uma presa relativamente fácil para os barcos-U alemães, mesmo com o reforço americano do patrulhamento aéreo do oceano. A ocupação das ilhas portuguesas é novamente discutida secretamente na conferência de Trident (Roosevelt e Churchill reúnem-se com os seus respectivos chefes militares em Washington, em Maio de 1943), de onde saiu a conclusão de que os Açores eram um ponto vital para a condução da guerra anti barcos-U.

Deste encontro sai a operação Lifebelt (cinto de segurança), que visava a ocupação dos Açores a curto prazo. Sob a liderança britânica, forças conjuntas Inglesas e Americanas iriam tomar as ilhas. Nesta fase, Churchill já perdeu a paciência com Salazar, e embora dê sempre primazia aos meios diplomáticos, o chefe de Estado inglês comunica ao seu gabinete de guerra que pessoalmente, estou preparado, se os E. U. se juntarem a nós (...) não só para abordar os portugueses, mas também para fazer-lhes saber, se eles nos criarem dificuldades, que nós tencionamos apoderar-nos dessas ilhas (...) e esperamos que isso possa ser feito sem derramamento de sangue. Seria mais fácil para eles renderem-se, sob protesto, (...) mesmo indo tão longe como cortarem relações diplomáticas connosco, do que serem coniventes ou admitirem abertamente uma tal violação da sua neutralidade. [50].

Salazar apercebe-se que os dois chefes de Estado aliados começam a privilegiar outras vias que não as diplomáticas. Receando o ataque aliado às ilhas Açoreanas (que, como vemos, estava a ser preparado e seria posto em prática brevemente), e numa manobra diplomática que visa claramente ganhar mais tempo, Salazar convoca, a 8 de Junho, o embaixador Ronald Campbell, para discutirem novamente os fundamentos da questão estratégica dos Açores. Argumentando que os êxitos aliados no norte do continente africano impossibilitavam certamente uma invasão alemã à Península Ibérica, Salazar compromete-se a usar as ilhas atlânticas como base da resistência caso isso acontecesse. Com esta medida, o presidente do conselho consegue uma vez mais garantir a integridade territorial portuguesa.

As relações entre o nosso país e os aliados melhoram (nomeadamente com a Inglaterra). No dia 18 de Junho, Campbell pede oficialmente a Salazar facilidades nas ilhas Açoreanas para os Ingleses. Lembra o ditador português da aliança Luso-Britânica, esforça-se por lhe fazer ver que o rumo da guerra é claramente favorável aos aliados, e que uma invasão alemã à Península é agora muito pouco provável. Salazar mostra-se pela primeira vez mais flexível.

Para Roosevelt, no entanto, a hipótese da entrada das tropas de Hitler na Península não é de excluir. O presidente norte americano propõe a Churchill o envio de tropas aliadas para defender o território português , mas este recusa a ideia, garantindo a Roosevelt que Salazar pretende manter a neutralidade de Portugal a todo o custo. Fica definido que as tropas só entram em território Português se Salazar assim o quiser, para que a neutralidade não seja posta em causa, e para que não seja dada uma desculpa aos Alemães para invadirem a Península.

No dia 17 de Agosto de 1943 assina-se o acordo que dá aos Ingleses o direito do uso das facilidades dos portos da Horta e de Ponta Delgada, e dos campos aéreos das Lajes e de Rabo de Peixe. Os Estados Unidos ficam de fora do acordo, e sentem-se atraiçoados pelos Ingleses, que lhes asseguram que, após a entrada nos Açores, a 8 de Outubro, tudo vão fazer para que Portugal aceite também a presença das tropas americanas.

Vendo os seus interesses ultrapassados, os Estados Unidos abandonam a política de submissão diplomática à Inglaterra (nas negociações com Portugal, obviamente), e expõem um plano para o uso americano das ilhas Açoreanas. Catalogado de irrealista por Churchuill, as exigências americanas excediam largamente aquelas que tinham sido concedidas aos britânicos. O chefe de Estado inglês chama a atenção de Roosevelt para as dificuldades de relacionamento diplomático com Portugal, e adverte-o de que a revelação pública do plano só serviria para assustar os portugueses, e prejudicar os interesses das forças aliadas.

A guerra não corre bem aos alemães: perdem terreno na Rússia e os aliados entram em Nápoles. Não se prevê, assim, qualquer retaliação alemã quanto à decisão de Salazar, e a própria Espanha já assegurou o ditador que não reagiria à permanência das tropas Inglesas nos Açores. Mesmo assim, Salazar minora os riscos ao assegurar a Alemanha de que o fornecimento de Volfrâmio não seria interrompido.

É também nesta altura que Armindo Monteiro acusa Salazar de beneficiar a Alemanha, o que lhe vale a destituição do cargo que ocupa.

Daqui em diante, Salazar responde à cláusula friends to friends, foes to foes que os EUA teimam em citar para fazerem valer os seus interesses nos Açores com um argumento chave: que Portugal respeita essa cláusula, mas que o tratado é apenas com a Inglaterra, e não com as Nações Unidas, por isso não existe qualquer obrigação portuguesa em facilitar a entrada americana nas ilhas. Por detrás deste argumento está o que se sabe: uma profunda aversão ideológica Salazarista aos Estados Unidos da América.

No entanto, com a vitória aliada a desenhar-se no horizonte, Salazar começa a ceder: os técnicos militares americanos podem já permanecer em solo Açoreano desde que estejam disfarçados de pilotos ou técnicos civis da Pan American, a companhia que tem autorização para a construção de aeródromos nos Açores.

Segue-se um período de negociações em que Salazar vai cedendo aos poucos, até que autoriza, no dia 19 de Julho de 1944, as operações de um esquadrão de aviões americanos sob comando Inglês e com distintivos Inglês e Americano.

O fim do problema só surge em 28 de Novembro de 1944, com o acordo firmado entre Portugal e os Estados Unidos da América, que acaba por dar o mote para uma política de cooperação transatlântica a que Salazar tão longamente resistiu.
 


 

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 Veja o texto completo do artigo.

Fonte:
Texto retirado do trabalho de fim de curso de João Pedro Trigo.


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JPT
19 de September 2012 às 10:16:25
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Olá, caro amigo. Já por cá não passava há algum tempo, mas aproveito por lhe dar os parabéns pelas mudanças no site. Peço-lhe que altere o meu email neste texto para joao_trigo@sapo.pt, por favor.
JRJR (admin@worldwar-two.net)
19 de September 2012 às 22:46:03
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Caro João, Obrigado pelo comentário. Ainda estou em fase de acertos/correcções. :) Já actualizei o seu e-mail. Mais uma vez obrigado!
José Bárbara Branco
27 de October 2012 às 18:09:20
» Responder
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Excelente cronologia da acção diplomática de um grande estadista, na defesa dos interesses permanentes da Nação Portuguesa, utilizando sempre e ao longo de todo o conflito, com inteligência e argúcia, todos os trunfos perante as enormes forças em presença.
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